segunda-feira, 25 de março de 2013

Estabilidade Emocional

Esse é um esboço baseado na pregação do Pr. Lucinho Barreto, da Igreja Batista da Lagoinha.

Tema: Estabilidade Emocional
Texto-Base:Neemias 2:1-5

Princípios para Estabilidade Emocional

I. Tenha Convicções firmes - só fica estável quem têm convicções firmes

Não ande por emoções, ande por convicções. Convicções que Deus te dá;

a. Saiba Quem Deus é;
b. Saiba Quem você é;
c. Saiba Qual a sua missão na terra;

II. Evite Se comparar com outros

a. Há Gente melhor a você
b. Há Gente igual a você
c. Há Gente pior a você

III. Não fique Triste ou alegre refém da circunstâncias (Paulo e Silas não eram reféns da suas emoções em Filipos)

a. Pecado mata nossas emoções - Rm. 6:23
b. Oração vivifica - Pv 28:13

IV. Como alcançar a Estabilidade Emocional

a. Previna-se logo no amanhecer - "Nada se compara a vigilia matinal como fonte de bênçãos" - Willian Dobbie
b. Perceber nossa fragilidade
c. Convidar o Espírito para tratar nossas áreas não tratadas

quarta-feira, 20 de março de 2013

Preparados para as Bodas do Cordeiro


Preparados para as bodas – Mateus 22:1-14

Vamos extrair lições práticas desse texto para nossa vida. Essas lições são:

I.                   Não podemos nos distrair com as ansiedades da Vida (v 5,6)

A bíblia mostra que esses convidados valorizaram mais suas próprias vidas do que o convite do Rei. Não podemos ser assim, a nossa vida está oculta em Cristo. As ansiedades que temos devem ser postas no Senhor através da oração. Cuidado com a libertinagem: “Ah isso pode”, “não é pecado”, “Que mal tem?” Nós podemos tudo, mas nem tudo nos convém! (1 Co 10:23). Nosso coração não pode se ocupar com ansiedade, bebedeira, libertinagem, glutonaria e outras coisas (Lc 21:34-36)

II.                Devemos comportar-nos dignamente (v 8)

Uns se envergonham do Evangelho, uns são a vergonha do Evangelho. É inevitável que venham os escândalos, mas ai daquele por quem eles vêm. (Lc 17:1). Qual o testemunho que temos dado com nossas palavras? Com nossas atitudes? Com nossa vida? Pessoas são atraídas ou repelidas de nós?
III.             Devemos estar preparados para o dia do Filho do Homem (v 12)
O dia do Senhor virá repentinamente, virá como um ladrão a noite, em uma época que nem mesmo a Igreja espera, numa época semelhante a época de Noé, onde as pessoas casavam e noivavam, compravam e vendiam. (Lc 17:26-34)  Estamos preparados? Como vai nossa vida devocional?
Naquela época o anfitrião do casamento providenciava até mesmo a roupa do casamento; não usá-la era desprezar o convite. O convidado não tinha o porquê de estar sem roupa. O anfitrião preparou tudo pra ele. Qual sua desculpa para não orar? O nosso Deus preparou tudo para nós na Cruz.
IV.            Somos chamados ou Escolhidos? (v 14)
Chamados todos são, está escrito que Deus deseja salvar todos (1 Tm 2:4); mas somos eleitos, escolhidos selecionados? Somos aprovados ou reprovados? Nem todo chamado é escolhido, mas todo escolhido aceitou o chamado. É semelhante a uma entrevista de emprego: quem se prepara sobressai, quem se qualifica se dá bem, quem se empenha vence. Temos nos preparado? Temos nos qualificado?   Temos nos empenhado? Ou temos uma mente “mundana” de que “isso já é fanatismo e obsessão”?
O ser chamado é questão com Deus, é para todos (Is 55:1), mas o ser escolhido é questão nossa. O que nos diferenciará dos demais? O que chamará a atenção de Deus para nós? Até onde estamos dispostos a ir com Deus? Até onde Deus pode ir conosco? 

quinta-feira, 7 de março de 2013

O evangelho da Cruz


Tema: O Evangelho da Cruz
Texto: Mateus 10:38

Introdução:
Há um só evangelho, o evangelho de Deus; porém, muitos dos chamados pregadores de hoje, estão nas palavras de Paulo: “mercadejando” a Palavra de Deus. Trocando seus ensinamentos eternos por idéias passageiras. Hoje se fala de vários tipos de evangelhos como o Evangelho da Prosperidade, o Evangelho da Satisfação, mas será esse, o evangelho pregado primeiramente por Jesus e seus apóstolos? Evangelho nesse contexto significa boa notícia e não os livros de Mateus a João. Paulo escreveu a Igreja: “Se mesmo um anjo vindo do céu, lhes pregar outro evangelho diferente daquele que nós lhes pregamos, que seja amaldiçoado!”. Qualquer outra pregação dita evangélica que não se conforma com o padrão apostólico está debaixo de maldição.  O apóstolo Luiz Hermínio ensina que há três tipos de evangelho: O evangelho do legalismo que gera condenação, o evangelho da bajulação e o evangelho bíblico que gera convicção (o evangelho da Cruz).

A CRUZ ANTES DE CRISTO

Na época do regresso do cativeiro babilônico, Ciro ameaçou crucificar todo aquele que embaraçasse  a execução de suas ordens. Antíoco crucificou muitos judeus que não abandonaram sua religião. Os fariseus crucificavam seus inimigos. A cruz era símbolo sagrado pelos caldeus, fenícios, egípcios e nações orientais. É provável que a cruz não fosse muito mais alta que a altura de um homem, conta-se que os pés, ficava apenas um palmo acima da terra.

A CRUCIFICAÇÃO NA ÉPOCA BÍBLICA

Havia várias formas de cruz: A cruz de Santo André em formato de X (decussata), a cruz de Santo Antônio em formato de T (comissa), e a cruz Latina, na qual a maioria dos estudiosos acreditam ser a forma de cruz na qual Jesus foi crucificado em formato de somar + (imissa). A crucificação era uma execução destinada a povos escravos e aos criminosos mais vis. As vezes a morte era tão lenta que durava de trinta e seis horas a nove dias. Para apressar a morte, havia duas formas: Quebrava-se as pernas do crucificado, ou então, furava-lhe o lado com lança, isso na cultura judaica. Já os romanos, abandonavam o crucificado aos leões famintos, ou então acendiam uma fogueira ao pé da cruz para queimá-lo. A crucificação era assim: O condenado era flagelado com o azorrague (um chicote de doze tiras) estando nu, muitas vezes os soldados fixavam pregos, pedaços de ossos de carneiro, bola de chumbo, chamado Flagrum e depois carregava sua cruz até o local de execução fora da cidade também nu, quando chegava lá, sua mão esquerda era pregada primeira, depois a direita, a cruz era suspensa e depois os pés eram crucificados; a perna do crucificado era torcida pro lado e era curvada. Era uma forma dolorosa de morte, tanto que a palavra latina “Crux” deu origem ao termo  “Excruciante” que significa “dor e tortura intensas”. A crucificação era um instrumento conhecido como a punição mais cruel e vergonhosa emprestada aos gregos e romanos pelos fenícios, a ela foram condenados criminosos, escravos, assaltantes, autores e cúmplices de revoltas e ocasionalmente para divertimento dos governantes até homens justos e cidadãos romanos. Spartacus, escravo romano que quase levou o império romano a falir, foi condenado a morrer crucificado.

SIMBOLOGIA DA CRUZ NO NOVO TESTAMENTO

TOMAR A CRUZ E SEGUIR JESUS Mateus 10:38 – Sacrificar seus interesses egoístas, suportar diariamente reprovações, mal-entendidos e vergonha ao trabalhar para Ele.

EXPIAÇÃO SUBSTITUTIVA II Coríntios 5:21 – Cristo é nosso substituto, tomou sobre si nossos pecados e nos reconciliou com Deus pela sua cruz.

UNIÃO DO CRENTE COM CRISTO Romanos 6:4; Gálatas 2:20; 6:14 – Ele morreu a nossa morte, para que vivêssemos sua vida plena, Nos unimos ao Senhor e formamos com ele um só espírito.

O SIGNIFICADO TEOLÓGICO DA CRUCIFICAÇÃO DE JESUS

a.      Para Paulo

A crucificação de Cristo é visto como evento salvífico que transforma radicalmente o mundo, providenciando uma motivação completamente nova para ação e pensamento. É uma palavra obrigatória para a raça humana. É uma mensagem que condena nossos pecados e liberta nosso espírito. É escândalo para qualquer cristianismo contaminado em suas próprias experiências como a Igreja em Corinto ou legalista
que nega a Cruz como a Igreja da Galácia. Foi vicária, isto é substitutiva, redentora.

b.      Para Pedro

Foi profética. Pedro vê em Jesus o cumprimento das palavras de Isaías. Pedro vê a inauguração dos últimos dias com a morte de Jesus. Vê o plano redentor desde a eternidade. (Apocalipse 13:8; I Pedro 1:18-20)

O SIGNIFICADO DA PALAVRA CRUZ

Staurós
no grego significa tanto estaca quanto cruz.

Levando em consideração o ano no qual o Senhor Jesus foi crucificado que foi o 18 ano de Tibério César fica historicamente claro que Jesus foi crucificado e não estacado. E ainda em João 20:25, Tomé diz sobre os cravos no plural indicando pelo menos dois, isto é, um cada em mão.

A Palavra crucificação vem do latim Crucifigo  “cravo numa cruz”. Originalmente era uma estaca afiada na qual a vitima ficava amarrada pelos braços, ou então, era atravessado no peito, ou espetada pelo ânus e saindo pelo boca.

A QUANTIDADE DE MENÇÃO

Substantivo Grego – 28 vezes
Verbo Grego – 46 vezes

Na NVI ocorre no Novo Testamento 30 vezes de Mateus 10:38 a Hebreus 12:2

  • A cruz é para todo discípulo de Jesus – Mateus 10:38
A cruz tem por finalidade matar. O crucificado só olha pra frente, não tem mais planos e fica imóvel. Deus não nos chama  para viver como quisermos, mas vivermos uma vida de cruz, de renúncia. Evangelho sem Cruz não é evangelho, é bajulação! Viver no Evangelho é morrer para o mundo, para mim, e viver em Deus no Espírito. Há momento de Dores, mas depois da cruz vem o poder. Foi após a cruz que Jesus disse: "Foi-me dado poder no céu e na terra" (Mateus 28:18). Cruz é fonte de poder (1 Coríntios 1:18).Você só tem autoridade em uma área quando aquela área está crucificada e Cristo a domina. Evangelho sem cruz é bajulação!!!

  • Cruz é Escândalo – Gálatas 5:11
Hoje o preço do evangelho foi barateado, hoje se fala de prosperidade e cura, mas não se fala mais da Cruz, da renúncia. Prosperidade e cura são partes do Evangelho, mas a cruz é a pregação apostólica. Conta-nos a história que o apóstolo André ao ser sentenciado a morte por crucificação, abraçou a cruz e disse: “oh Cruz tão esperada! Falei de ti a vida toda e agora tenho privilégio de partir selando a minha mensagem com Sangue”. Se você falar pra um cristão hoje que ele tem de renunciar seu ego, ele se escandaliza.

  • Cruz é Humilhante – Filipenses 2:8
É viver na contra-mão do sistema, é ser careta, é ser evitado, é sofrer. Deus não tem prazer no sofrimento, mas como ensina C. S. Lewis: O Sofrimento é é o megafone de Deus para um mundo ensurdecido. Com tristeza de rosto se faz melhor o coração.

Conclusão:
Vivamos o evangelho da Convicção, o Evangelho da Cruz. Porque outro evangelho está debaixo de maldição.

domingo, 3 de março de 2013

Uma comparação de Cânticos e os Evangelhos


Cânticos:
1. “O meu amado desceu ao seu jardim”. Ct 6:2.
2. “Eu dormia mas meu coração velava”. Ct 5:2.

3. “Busquei-o e não o achei. Levantar-me-ei, pois, e rodearei a cidade; pelas ruas e pelas praças buscarei aquele a quem ama a minha alma”. Ct 3:1,2.
4. “Vistes aquele a quem a minha alma ama?” Ct 3:3.
5. “Já vim para o meu jardim, minha irmã”. Ct 5:1.
6. “Apartando-me eu um pouco deles, logo achei aquele a quem a minha alma ama”. Ct 3:4.
7. “Detive-o, até que o introduzi”. Ct 3:4.
8. “Eu sou do meu amado, e o meu amado é meu”. Ct 6:3.
9   “Para onde foi o teu amado, e o buscaremos”. Ct 6:1.
 10. “Eis que passou o inverno... e o tempo de cantar chegou”. Ct 2:11,12.

Evangelhos:
 1. “E havia ali um horto; e neste um sepulcro novo... onde puseram a Jesus”. Jo 19:41,42.
 2. “Maria Madalena foi ao sepulcro de madrugada, sendo ainda escuro”. Jo 20:1.

3. “E disse-lhes: levaram o Senhor do sepulcro e não sabemos onde o puseram”. Jo 20:2.
 4. “Se tu o levaste, dize-me onde o puseste”. Jo 20:15.
 5. “Disse-lhe Jesus: Mulher, por que choras? Quem buscas? (ela pensava fosse o hortelão). Jo 20:15.
 6. “Disse-lhe Jesus: Maria! Ela voltando-se disse-lhe: Raboni (que quer dizer, Mestre). Jo 20:16.
 7. “Disse-lhe Jesus: Não me detenhas, mas vai a meus irmãos”. Jo 20:17.
 8. “Maria Madalena foi e anunciou aos discípulos que vira o Senhor”. Jo 20:18.
 9.  “E eis que ele vai adiante de vós para a Galiléia; ali o vereis”. Mt 28:7.
 10. “Porque buscais o vivente entre os mortos”, Lc 24:5.

RETIRADO DO LIVRO: 'ESTUDOS DA PALAVRA' - EMÍLIO CONDE